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In
A Semana Online, 1 de Abril de 2006
"Shukayaya
assinala 1º aniversário: Percussão e Solidariedade no
Mercado Municipal
O grupo de precursão formado por mulheres, Shukayaya,
festeja hoje, em S. Vicente, o seu primeiro aniversário,
mas o presente será para as mulheres que labutam no
Mercado Municipal da ilha. Segundo Nanny Vera-Cruz,
responsável do Shukayaya, o grupo programou para hoje, sábado,
01, uma actuação para proporcionar “momentos de
alegria e descontracção num lugar frequentado
essencialmente por mulheres”.
O espectáculo é gratuito e terá início por volta das
11h 30. A ideia, de acordo com Nanny Vera-Cruz, é
proporcionar momento de alegria e descontracção num
lugar de trabalho frequentado essencialmente por mulheres.
“Pensamos que a nossa plateia será composta
maioritariamente por mulheres que trabalham no mercado e
que não conseguem deslocar para ver os nossos espectáculos.
É por isso que o Shukayaya resolveu levar o nosso ritmo
até estas mulheres”, afirma Nanny Vera-Cruz, que
aproveita para pedir às pessoas que forem assistir ao
espectáculo que levam um quilo de alimento não perecível.
Estes alimentos, observa a entrevistada de aasemanaonline,
reforçará um donativo que o Shukayaya pretende fazer na
próxima segunda-feira, 3, proveniente dos cachés do
grupo, aos lares de idosos da Ribeira Bote e Campim. Aliás,
esta tem sido prática do grupo desta a sua criação fez
ontem um ano. “Somos um grupo de mulheres que já têm a
sua vida formada e, por isso, estabelecemos que qualquer
cache que viéssemos a receber seria revertido para as
instituições de carácter social da ilha de São
Vicente”, assegura Nanny Vera-Cruz.
E desde a formação do Shukayaya, a 31 de Março de 2005,
as doações foram para as escolas do ensino básico de
Salamansa e Baía das Gatas, para a jovem que recentemente
foi mãe de três meninas e agora para os lares de idosos
de Ribeira Bote e Campim. E um ano depois, segundo Nanny
Vera-Cruz, o balanço é extremamente positivo.
“Formamos esse grupo para a nossa satisfação e para
aprender a tocar e, neste momento, estamos a receber
criticas positivas de pessoas que conhecem precursão”,
frisa a nossa entrevistada que, apesar de ter a precursão
em casa - é casada com Mick Lima -fez questão de criar
um grupo com pessoas “analfabetas” na precursão e que
estavam dispostas a aprender.
Para alcançar este objectivo, de acordo Nanny Vera-Cruz,
as mulheres Shukayaya investem no grupo e na sua imagem.
É que elas estão conscientes de que as pessoas que
assistam aos seus espectáculos querem ter certeza que
tocam precursão, mas também querem ver como se
apresentam no palco. Hoje, todos os instrumentos que
utilizam são propriedade do Shukayaya e essas mulheres são
assediadas na rua por pessoas que apreciam o seu trabalho.
“As pessoas reconhecem que empenhamos muito naquilo que
estamos a fazer. Basta dizer que todos os sábados e
domingos, independentemente de termos ou não espectáculos,
estamos a ensaiar”.
E a resposta da sociedade mindelense tem sido convites vários
para actuar nos mais diversos eventos. Fora de São
Vicente, o grupo já actuou nas ilhas de Santo Antão, Sal
e Santiago e este ano vai participar dos festivais de música
da Gambôa e da Boa Vista. O próximo objectivo, que já
consta dos planos do Shukayaya, é actuar para as
comunidades cabo-verdianas da diáspora. E já têm
convites, falta apenas acertar os pormenores, tendo em
conta que são um grupo formado por 20 elementos e
precisam programar."
In
Informativo do Festival de Santa Maria, Agosto de 2005
"Fundado a 31 de Março de 2005 - Mês da Mulher - o
grupo de percussão feminina é formado por 17 elementos e
com o objectivo de maior servir-se da música para
sensibilização para causas sociais.
O grupo já actuou no Hotel Porto Grande no Mindel
Cultura, participou no Festival da Laginha, Festival Baía
das Gatas, e em Santo Antão onde saudaram a elevação de
Porto Novo a cidade, sendo agora a vez do Sal receber os
ritmos pulsantes de Shukayaya."
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Jornal Expresso das Ilhas, 14 de Setembro de 2005
"Integrado
por 17 membros, o grupo Shukayaya foi fundado em Março
deste ano. Nos praticamente 6 meses de existência, já
fez várias actuações. Já mostrou classe nos festivais
da Laginha e Baía das Gatas. A última actuação foi em
Porto Novo, na criação da cidade.
Pela
música, este grupo tenta alertar a sociedade para causas
sociais. No areal de Santa Maria, promete muita
animação, pintada com os ritmos e sons quentes da
actualidade."
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In
Jornal A Semana, 19 de Setembro de 2005
"As
areias de Santa Maria já escaldam!
O festival que hoje e amanhã vai animar a praia que se
diz rainha cabo-verdiana do turismo arranca logo à noite,
às 20 horas. Serão dois dias de música e folia até
madrugada. Os artistas crioulos vão dar o tom. Tudo a
postos, o 16º Festival de Santa Maria, o de 2005, está
já em movimento!
O Tiro de partida do festival que este ano homenageia o
primeiro presidente da Câmara Municipal do Sal eleito
democraticamente, Zeca Azevedo, acontecerá ao som da
sensual percussão no feminino. Shukayaya é o grupo que
veio de São Vicente para abrir o Santa Maria 2005."
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In
Jornal A Semana, Setembro de 2005
"Caiu
o pano sobre a XVI edição do Festival da Praia de Santa
Maria, no Sal, um evento que proporcionou música de
grande qualidade ao muito público que À praia se
deslocou , durante os dois dias daquele certame.
A grande vitória deste festival diga-se, em abono da
verdade, é o cumprimento do horário nos dois dias.
No primeiro dia, o relógio marcava 20h10 minutos, quando
subiu ao palco as Shukayaya, proveniente de S. Vicente e
que num ritmo quente do Carnaval fez com que o público
sentisse que o festival teria muito nível."
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In
A Semana Online, 11 de Agosto de 2005
"A
feira Mindel Cultural acontece segunda, terça e quarta, a
partir do Hotel Porto Grande. Depois de uma volta pelos
stands de artesanato e de música, os visitantes podem
ver, às 22 horas, os grupos “Bius” e “Shukayaya”.
No dia 16, a animação musical ficará a cargo do
“Abanda - Capoeira”, às 20 horas, e do “Grupo
Luar”, às 21h. A feira encerra no dia 17, após as
actuações dos grupos “Bius” e “Nigazz d’Ponta”,
a partir das 22 horas."
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